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Remédios têm alta a partir de hoje

comprimidoA rotina de quem depende de medicação diária será alterada a partir de hoje. Com autorização do governo federal, os preços dos remédios controlados pelo governo podem ter reajuste de até 5,68%. O impacto é maior para quem faz uso contínuo de medicamentos, principalmente idosos e aposentados.


Segundo o Ministério da Saúde, em geral, os reajustes não costumam ser repassados intgeralmente aos consumidores. A regulação é válida para mais de nove mil medicamentos, sendo que mais de 40% deles estão na categoria que terá reajuste de até 1,02%. O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos no Estado de São Paulo (Sindusfarma), que engloba cerca de 90% das empresas nacionais do setor, calcula que o aumento médio ponderado dos medicamentos ficará em 3,52%.

De acordo com o Sindusfarma, os aumentos decididos pelo governo têm sido inferiores à variação de custos, despesas com mão de obra e inflação. O cálculo da entidade estima que, de 2006 a 2013, enquanto a inflação acumulada pelo INPC foi de 49,13%, os salários aumentaram 67,77% e o reajuste de preços dos medicamentos ficou muito abaixo, em 35,76% na média. O presidente executivo do Sindusfarma, Nelson Mussolini, alega que, como as contas das indústrias não fecham, as empresas vão investir menos para desenvolver novos medicamentos e na melhoria dos que estão no mercado.

Para Mussolini, uma das saídas para baratear os medicamentos seria diminuir a carga tributária. De acordo com a entidade, enquanto no país os impostos representam 33,9% do preço dos remédios, na França o percentual cai para 2,1% e em outros países como Estados Unidos e Colômbia é zero. – A carga tributária sobre os remédios no Brasil é pornográfica – reclama Mussolini.

* Diário Catarinense

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