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Onze cidades catarinenses estão entre as 50 mais desenvolvidas do Brasil

Santa Catarina tem 11 cidades com máximo Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) e entre as 50 melhores do ranking nacional. Florianópolis subiu um nível na classificação em relação ao último relatório, se posicionando em terceiro lugar nacional e garantindo o topo da tabela no Estado. O relatório foi divulgado nesta segunda-feira e o Brasil registrou crescimento de 47,8% no índice desde 2000.

IDH


O IDHM é resultado do cruzamento de mais de 180 indicadores socioeconômicos do IBGE e é divido em três dimensões: a longevidade (oportunidade de viver mais), o acesso a educação, e o padrão de vida (renda familiar). O índice varia de 0 a 1, sendo que quanto mais próximo o valor for de 1, maior será o IDHM. Os lugares podem ser posicionados em uma destas avaliações: muito alto, alto, médio, baixo ou muito baixo. A análise dessas dimensões resultou no número 0.774 para Santa Catarina, classificando a região como padrão alto.

As cidades catarinenses que estão nas cinco primeiras posições do índice — Florianópolis, Balneário Camboriú, Joaçaba, São José e Joinville — tiveram altos valores relativos a longevidade. A chance de a população viver mais posiciona o Estado em segundo lugar na tabela dos estados, perdendo apenas para o Distrito Federal (DF) em primeiro, seguido de São Paulo (3º), Rio Grande do Sul (4º) e Minas Gerais (5º).

O DF está em primeiro lugar nas três dimensões. Santa Catarina está em terceiro lugar quando o aspecto avaliado é a educação, e em quinto quando avalia-se a renda. Entre os municípios do Estado, Cerro Negro, na Serra, está no último lugar estadual. Melgaço, no Pará, é o município com o pior IDHM do Brasil: 0.418.

As pesquisas foram elaboradas pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro e os dados são referentes aos anos de 2010.

Índice não é qualitativo, diz especialista

Pós-doutor em desenvolvimento econômico, rural e territorial pela universidade de Oxford, na Inglaterra, o professor Lauro Mattei avalia o IDHM como um índice quantitativo. Segundo ele, as dimensões de longevidade selecionam medidas como o número de atendimentos hospitalares, ao invés de analisar a qualidade do serviço. O mesmo acontece com o parâmetro da educação, que registra no índice as crianças matriculadas, abdicando da avaliação da evolução do ensino.

— É um índice quantitativo, que não avalia a qualidade do desenvolvimento nas cidades brasileiras. É válido, mas os indicadores precisam ser revistos — disse Mattei.

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