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Dezessete cursos da UFSC têm padrão internacional

pos-garante-salario-maiorDos 406 programas de pós-graduação considerados pelo Ministério da Educação com padrão internacional, 17 estão na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). São programas de mestrado e doutorado que tiveram os conceitos mais altos – 6 e 7 – na avaliação feita pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) de 2010 a 2012.

As outras duas instituições de ensino superior e públicas do Estado que também tiveram programas de pós-graduação analisados – Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e Instituto Federal de Educação Tecnológica (IF-SC) – ficaram com os programas classificados nos níveis 3, 4 e 5, considerados satisfatórios. Os dados foram divulgados ontem pela Capes.

O conceito vai de 1 a 7. Os programas que ficaram no nível 1 e 2 não foram revelados. Como podem ser descredenciados, a Capes aguarda os possíveis recursos antes de divulgar os nomes. Com o conceito 7, aparecem entre as públicas apenas os programas de mestrado e doutorado em Farmacologia e Química da UFSC. Outros 15, todos da federal, alcançaram conceito 6. Juntos somam 26,9% dos 63 programas analisados na universidade. A maioria dos programas de pós-graduação da UFSC recebeu conceito 4. São 21 (33,3%) nesta situação. Outros 18 (28,5%) ficaram no nível 5. A Udesc teve a maioria dos programas com o conceito 3. Dos 21 analisados, 10 estão nessa faixa. Outros oito tiraram nota 4 e três ficaram no nível 5. Já o IF-SC teve apenas o programa de Mecatrônica avaliado e ele ficou com nota 3. Foram analisados 3.337 programas no país, o que corresponde 5.082 cursos, sendo 2.893 de mestrado, 1.792 de doutorado e 397 de mestrado profissional. Entre os critérios da avaliação estão a infraestrutura, a proposta do programa, análise do corpo docente e discente e produção intelectual.

De acordo com o presidente da Capes, Jorge Almeida Guimarães, um ponto da avaliação é a inserção social do curso.– Analisamos, por exemplo, a integração do programa de pós-graduação com a educação básica e a formação de professores para esse segmento. Também incentivamos que cursos consolidados e mais bem avaliados auxiliem programas mais recentes – explicou.

* Diário Catarinense

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