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Para evitar surpresas nas ruas, inteligência reforçada

Por mais que os líderes do crime organizado em SC estejam isolados em presídio federal e não surjam evidências claras de novas articulações, os comandos das polícias Civil e Militar, e do sistema prisional, decidiram intensificar as ações de inteligência no Estado. O motivo principal é o aniversário do Primeiro Grupo Catarinense (PGC), no dia 3 de março.PGC

A mobilização semanas antes visa evitar que as forças de segurança sejam surpreendidas com onda de ataques como a de 2013, quando a facção ordenou crimes nas ruas em fevereiro. Sigilosas e cujos acessos ficam limitados a poucos policiais, as ações de inteligência costumam ter foco em duas frentes: escutas telefônicas, até mesmo com grampos de dentro de presídios, e em áreas conflagradas, com policiais que vão a campo atrás de pistas com informantes ou fazendo abordagens a suspeitos.

As cúpulas policial e dos presídios dizem que não há motivos para a população se preocupar ou até mesmo ser alertada. Isso vale mesmo com as recentes afrontas a bases e postos da Polícia Militar no Estado.Desde o dia 1o, unidades foram atingidas a tiros ou tentativas de incêndio em Florianópolis (Vila Aparecida e Rio Vermelho), São José (Lisboa e Jardim Zanellato) e Chapecó (Marechal Bormann e São Pedro). Os comandos das polícias Militar e Civil garantem que foram atos de vandalismo e não têm relação com o PGC. Na Polícia Civil, ninguém da chefia ou da Diretoria Estadual de Investigações Criminais fala em novas ameaças. Mas o clima é de alerta. – Reforçamos a inteligência, embora nas últimas ocorrências estejam descartadas ações de autoria de organização criminosa. Prefiro pecar pelo excesso que por omissão – diz o delegado-geral da Polícia Civil, Aldo Pinheiro D’Ávila.


* Diário Catarinense

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