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ANTT aprova aumento nas tarifas de pedágio em SC e PR

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou um aumento de 5,88% na tarifa de pedágio nas rodovias BR-116/376/ PR e BR-101/SC trecho Curitiba - Florianópolis, explorado pela Concessionária Autopista Litoral Sul.pedagio

Segundo resolução publicada no Diário Oficial da União (DOU) a partir da zero hora do dia 22 de fevereiro, data do aniversário da cobrança, a tarifa passará de R$ 1,70 para R$ 1,80 nas praças de pedágio P1, em São José dos Pinhais (PR); P2, em Garuva (SC); P3, em Araquari (SC); P4, em Porto Belo (SC); e P5, em Palhoça(SC). No mesmo período do ano passado o aumento autorizado pela ANTT foi de foi de 13,33% nas rodovias.

Praça de pedágio continua em obras

O novo valor da tarifa está suspenso no trecho em Palhoça na divisa com o município de Paulo Lopes onde a Praça de Pedágio continua em obras. A construção da nova praça no km 243 da BR-101/SC começou em outubro do ano passado, a previsão inicial da concessionária é que a obra fique pronta em março e a cobrança deve se iniciar em abril de 2014.

A publicação da ANTT no Diário Oficial determina a suspensão da cobrança naquela praça, no período de 22 de junho de 2013 a 22 de junho de 2014, ou até que seja efetivada a sua transferência para a nova localização.

De acordo com a Autopista Litoral Sul, após a finalização dos trabalhos e a autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), a cobrança da tarifa de pedágio na região de Palhoça será retomada. As cabines da antiga praça de pedágio de Palhoça, no km 219, serão demolidas após autorização do órgão regulador.

Contorno Viário

Prefeitos e parlamentares devem se reunir nesta tarde de terça-feira, em Brasília, para se inteirar do novo cronograma de obras acordado entre ANTT, Autopista e Secretaria de Relações Institucionais, que prevê o início das obras em 30 de abril deste ano.

Segundo o novo cronograma acordado no último dia 13, a concessionária deve apresentar as adequações às exigências ambientais em 30 dias ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Em seguida, o órgão federal tem no máximo 75 dias para avaliar a documentação para então emitir a Licença de Instalação (LI), que autoriza o começo das obras.

Conforme a assessoria da ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais), o novo cronograma não será alterado pois é um compromisso assumido com a ministra-chefe da Secretaria de Relações Institucionais.

* Diário Catarinense

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